ULTRA com Jarvis no ar·50% off nos 3 primeiros meses em qualquer plano·cupom DESCONTO50 aplicado automático
jornada· dia 54 · arr R$ 240.767

O dia em que o Windows chamou o Headline de vírus (e o Overclock abriu 32 painéis em 2 segundos)

No dia 54, Laschuk mostra o resultado de 72 horas otimizando o motor do Overclock: uma equipe de Fórmula 1 de contas Claude rodando em paralelo que corta a abertura de 32 painéis de 20 segundos para 2. No meio da live, ele libera dois lançamentos que vinham em segredo — o site do movimento Vibe in Public e o app Headline —, e o instalador de Windows do Headline é sinalizado como malware pelo Defender. A live fecha com o placar de receita lido ao vivo e uma votação da audiência sobre o efeito visual do card de quem está ao vivo no site Vibe in Public.

a noite

O dia 54 começa com Laschuk avisando que sumiu um pouco da rotina de lives: as últimas duas semanas foram dedicadas quase inteiramente a polir o motor do Overclock por trás das câmeras, em vez de gerar conteúdo. As últimas 72 horas, em especial, foram de ajuste fino num único ponto — a velocidade de abertura dos painéis do próprio produto. Ele abre comparando ao vivo a versão antiga (1.2.4) com a nova (1.3): pede pro app abrir 32 painéis de uma vez, e eles aparecem quase instantaneamente, enquanto a versão anterior mal aguentava abrir 12 sem travar por completo.

A construção do dia é sobre medir, não sobre programar: ele monta uma equipe de Fórmula 1 com três contas Claude — uma no papel de motorista (abre e fecha os painéis), outra cronometrando cada setor da rotina, uma terceira como mecânico ajustando o código entre rodadas — e cria um MCP interno, exclusivo e fora do produto que chega aos usuários, só para essas auditorias de performance. O placar evolui ao vivo: de cerca de 20 segundos para abrir 32 painéis, a rotina cai para 2 segundos, e depois, combinando o comando /go (uma meta numérica, como 32 painéis em 0,3 segundo) com /loop (repetição automática até bater a meta), o próprio agente itera sozinho até deixar a marca em torno de 0,2 segundo — um ganho de cerca de 100 vezes sobre a versão de referência, com o custo de instanciar cada agente caindo de 72 milissegundos para 1 milissegundo.

No meio do teste rodando sozinho, ele para pra explicar a economia por trás do produto: modelos cobram diferente por token de entrada e de saída, e a sacada de usar o Fable 5 só pra escrever um briefing em markdown — que depois é entregue a outro modelo pra executar — é pagar a leitura mais barata (input) e deixar a parte cara (output) pra quem realmente vai gerar o código. Pra provar o ponto, ele abre ao vivo o Arena AI Leaderboard na categoria de web dev e mostra que o Fable 5 aparece só na quinta posição — ou seja, não compensa usar o próprio Fable 5 pra executar o código, só pra escrever o briefing. Kimi (K3) é bem mais barato que o Fable 5, mas ainda não é o ideal; o ideal, segundo ele, é rodar a execução com Opus, porque não disputa a mesma cota semanal do Fable 5.

O momento mais tenso do dia é o lançamento do Headline, o app de bandeja que mostra em tempo real o consumo das cotas de IA. Assim que o instalador de Windows sai do forno, o Windows Defender marca o executável como pertencente à família de malware Headline Stealer — um info stealer real que rouba credenciais e tokens salvos localmente — porque o app, mesmo sendo 100% local, lê arquivos de credencial e token de várias CLIs na máquina, batendo num padrão heurístico do antivírus. Sem conseguir confirmar na hora se é só um falso positivo de binário recém-compilado, ele decide seguir com o lançamento e investigar depois. Na sequência aparece um segundo bug, esse sem ambiguidade: abrir o navegador de dentro do Headline no Windows quebra o processo de atualização automática e derruba o app inteiro. A instalação no Linux, por fim, vira comédia ao vivo — ele nem sabe onde fica o terminal ("Onde é que fica o terminal aqui, guzada?"), trava tentando descobrir como colar um comando ("Como é que se cola no slime?") e só depois descobre que colar ali não é Ctrl+V, é Shift+Ctrl+V — até finalmente rodar.

Em paralelo, sobe a segunda entrega do dia: o site do movimento Vibe in Public, que passa de estático para dinâmico com banco protegido por RLS e ganha detecção automática de quem está ao vivo — contabilizando as horas reais de transmissão de cada builder, não só a sequência de dias, com geração automática de post de SEO por live e um efeito visual de destaque (fogo ou raio) proporcional ao tempo ao vivo. Ele chama uma votação ao vivo com a audiência pra escolher entre as duas opções, manda contar os votos cuidando pra não duplicar quem votou duas vezes, e o placar oficial fecha em fogo oito, raio seis.

A live fecha com Laschuk lendo o placar do dia — por volta de R$245 mil de ARR — e liberando três cupons de 67% de desconto nos três primeiros meses do Overclock, só para quem estava assistindo, encerrando por volta das 19h com a promessa de voltar no dia seguinte, às 14h.

momento-chave

Minutos depois de o instalador do Headline para Windows ficar pronto, o próprio Windows Defender classifica o executável como pertencente à família de malware Headline Stealer, um info stealer real que rouba credenciais salvas localmente — e o app, mesmo sendo 100% local, lê arquivos de credencial e token de várias CLIs na máquina, o que bate no mesmo padrão heurístico do antivírus. Sem conseguir provar ao vivo se é só um falso positivo de binário recém-compilado, Laschuk decide seguir com o lançamento mesmo assim e deixar a investigação para depois, expondo ao vivo o risco de lançar um executável novo bem na frente do antivírus do próprio usuário.

lição da noite

Otimização de performance real se prova com telemetria e testes automatizados rodando sozinhos até bater a meta, não com achismo de quem escreve o código; e lançar um executável novo pro público carrega um risco que não depende da qualidade do código — ler credenciais locais, mesmo que de forma legítima, pode ser confundido por heurística de antivírus com o malware que mais se parece.

Hoje não é mais sobre quem tem a ideia genial, é sobre quem vai lá e consegue executar do início ao fim, porque a gente tem as ferramentas para poder executar.

dito ao vivo, na própria live
o que saiu da noite

Construído ao vivo

  • Motor de performance do Overclock reestruturado com três contas Claude rodando em paralelo, cada uma num papel fixo (motorista abre/fecha os painéis, cronometrista mede cada setor da rotina, mecânico ajusta o código entre rodadas), derrubando o tempo de abertura de 32 painéis de cerca de 20 segundos para 2
  • MCP interno de dev, exclusivo e fora do produto que chega aos usuários, criado só para essas auditorias de performance
  • Uso combinado dos comandos /go (define uma meta numérica, como 32 painéis em 0,3 segundo) e /loop (repete a rodada sozinho até bater ou não a meta), deixando o próprio agente otimizar sem supervisão direta
  • App Shift Audio: utilitário de bandeja do macOS com medidor de volume em tempo real, delegado a um pane rodando Grok, corrigido para ler a fonte de áudio certa da transmissão via OBS
  • Lançamento do instalador Windows e Linux do Headline, app que mostra em tempo real o consumo das cotas de IA (Fable 5, cota semanal etc.) na bandeja do sistema
  • Site do movimento Vibe in Public migrado de estático para dinâmico, com banco protegido por RLS e detecção automática de quem está ao vivo
  • Ranking de builders por horas reais de transmissão (não só sequência de dias), com geração automática de post de SEO a cada live e efeito visual de destaque (fogo, escolhido em votação ao vivo com a audiência por 8 a 6 contra raio) proporcional ao tempo ao vivo
  • Regra de ingestão de transcrição do site: se a legenda do YouTube não estiver disponível em até 24 horas após a live, um worker próprio transcreve com Grok
Overclock (testado nele mesmo, em produção)Claude Code (contas internas Fable 5 e Opus 5 rodando em paralelo)Grok (xAI, via CLI, para tarefas delegadas como o app Shift Audio)Kimi K3 (aplicar o design system do site)Tldraw (esboço da arquitetura do teste de performance)MCP interno de dev (exclusivo, fora do produto que os usuários usam)UTM (máquinas virtuais Windows e Linux para testar o Headline)Supabase (banco com RLS do site Vibe in Public)Cloudflare Pages (desligado no meio da live)OBS Studio (fonte do medidor de volume do Shift Audio)Antigravity (mostrado ao vivo no produto de um espectador)
pronto pra rodar

Pare de revezar janelas. Comece a entregar em paralelo.

Ver os squadsVer preçosa partir de R$ 48,50/mês nos 3 primeiros meses