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Vibe In Public: o domínio comprado mesmo com a enquete travada em 79%

Na live 53, Laschuk abre com a internacionalização do Overclock — site e termos em inglês depois de um tweet viral que atraiu público americano e europeu — e em seguida lança o Vibe In Public, um site à parte para medir quem de fato está fazendo build in public. Compra o domínio vibeinpublic.ai numa enquete que nunca bate oficialmente os 80% combinados, monta com um swarm de agentes (Claude, Kimi K3, Grok) a arquitetura, o ranking de streaks e os perfis dos primeiros sete builders da comunidade, e publica tudo no ar via Cloudflare antes do fim da live.

a noite

Sexta-feira, live 53 de uma série que já soma 52 dias de placar público com seis quedas registradas — a maior delas de 10% num único dia. Antes de tocar em código, Laschuk abre com uma notícia de bastidor: um tweet sobre o Overclock viralizou, bateu 44.000 visualizações, e passou a atrair pedidos de uso vindos de americanos e europeus. Como o produto era exclusivo do Brasil, a equipe teve que acionar os contadores para liberar venda internacional, traduzir o site inteiro para o inglês e ajustar termos e LGPD para a versão gringa — que já sobe no ar, 100% em inglês, com os depoimentos de clientes (Jonathan, Leozão, Thiago) também traduzidos. A tese dele é simples: paga-se menos imposto sobre o público americano, então o preço para eles vai ser bem mais caro.

É em cima desse embalo que nasce o assunto da noite: o Vibe In Public. Laschuk conta que pediu a um agente para rodar um swarm sobre todas as próprias lives anteriores, extraindo os padrões de como ele pensa e decide — dali saem o manifesto e as nove leis do movimento ("começou não para", "crescimento do dia pra noite é fake news", "horas são a moeda, não talento", "tua hora não está à venda", entre outras, extraídas de mais de 1.000 horas de vibe coding, com meta declarada de bater 10.000 horas). A ideia é abrir um site próprio, separado do Overclock, que vira o placar público de quem está de fato fazendo vibe coding em público — inspirado nos primeiros espectadores que começaram a replicar o formato com os próprios canais: Jonathan Modesto, Gui Saraiva, Roberto Rocha, Bedzinho, Martin Blum, Caio e Thiagueira.

A construção acontece em cima de um swarm de subagentes: um Sonnet por builder puxando o canal do YouTube de cada um, a ferramenta interna do Sidra extraindo o conteúdo, e o Grok rodando as transcrições — gratuito até um certo volume diário de horas, mas ele avisa de cara que vai gastar token mesmo assim: "vamos investir dinheiro no projeto deles". Enquanto isso, um agente Kimi K3 entra para desenhar a arquitetura de informação em 3D com Three.js e depois assume o redesign das páginas, seguindo o design system do overclock-web. O momento em que ele explica a própria posição resume a live inteira: ele conta que, pela primeira vez, se sentiu maestro da própria orquestra — a tese de que não precisa estar sozinho tocando guitarra no palco, só precisa orquestrar os agentes que tocam.

O momento de maior tensão não é técnico, é de decisão pública: para comprar o domínio vibeinpublic.ai, Laschuk trava a regra na cara da audiência — só compra se a enquete ao vivo bater 80% de aprovação. O placar oscila entre 71%, 76%, 79%, cai de novo, alguém adiciona e tira o próprio voto no meio do caminho, e a votação nunca bate oficialmente o combinado. A cotação do GoDaddy sai em R$1.000 e é recusada na hora, cara demais; a compra acaba saindo mesmo assim, dois anos de registro por cerca de US$160, direto no Cloudflare, onde ele já ia hospedar o site. Puxa a régua que tinha acabado de anunciar: o movimento não se decide por enquete, se decide por quem continua construindo. No meio da tarde de trabalho ainda aparecem sustos menores: uma sessão do Claude trava ("Cloud has crashed"), os créditos do Kimi K3 acabam justamente nos panes que tocavam o redesign das páginas, e a criação ao vivo de uma conta no Grok faz o chat gritar em coro que "vai vazar", em transmissão, no meio do cadastro.

A live fecha com o site no ar: vibeinpublic.ai publicado via Cloudflare (DNS configurado ao vivo), sete perfis de builders já carregados com produto, horas totais e streak, e a mecânica de incentivo definida — dois dias seguidos de live já rendem posts com SEO automático, três dias seguidos liberam cortes automáticos de vídeo para redes sociais, e mais de dois dias sem live zera tudo. No fechamento, Laschuk anuncia ao vivo o novo recorde de ARR — 241 mil reais e 165 assinantes — e repete, pra quem estava assistindo, o mesmo convite que abriu a live: quem quisesse entrar no movimento precisava ligar a câmera, transmitir e postar o próprio projeto no Discord da comunidade.

momento-chave

Para comprar o domínio vibeinpublic.ai, Laschuk trava a regra na cara da audiência: só compra se a enquete ao vivo bater 80% de aprovação. O placar oscila entre 71%, 76%, 79%, alguém adiciona e tira o próprio voto no meio do caminho, e a votação nunca bate oficialmente o combinado. A cotação do GoDaddy (R$1.000) é recusada por cara demais, e a compra sai mesmo assim, mais barata, direto no Cloudflare — puxando a régua que ele tinha acabado de anunciar: o movimento não se decide por enquete, se decide por quem continua construindo.

lição da noite

Rodar um swarm de agentes sobre o próprio arquivo de lives pra extrair os padrões de decisão é uma forma concreta de transformar semanas de gravação em fonte de verdade pra um produto novo: manifesto, leis, tom de voz.

E é exatamente isso o que eu começo a entender aqui agora, que eu fui pela primeira vez eu fui um maestro da minha orquestra.

dito ao vivo, na própria live
o que saiu da noite

Construído ao vivo

  • Internacionalização do Overclock: site e termos publicados 100% em inglês depois que um tweet viral (44 mil visualizações) passou a atrair pedidos de uso de americanos e europeus, exigindo liberação de venda internacional junto aos contadores
  • Extração do manifesto e das nove leis do movimento a partir de um swarm de agentes rodado sobre o histórico de todas as lives anteriores, buscando os próprios padrões de fala e decisão de Laschuk
  • Registro do domínio vibeinpublic.ai fechado no Cloudflare (2 anos, cerca de US$160), depois de recusar a cotação de R$1.000 do GoDaddy e de uma enquete pública que nunca bateu oficialmente os 80% de aprovação combinados
  • Pipeline de loops: um agente Sonnet por builder puxa o canal do YouTube, extrai conteúdo com a ferramenta interna do Sidra e transcreve com Grok, gerando o diário do dia de cada builder
  • Arquitetura de informação do site desenhada e visualizada em 3D (Three.js) por um agente Kimi K3, cobrindo fontes, loops, dados dos builders e páginas públicas (home, perfil, manifesto, leis)
  • Ranking de builders com streak, horas totais e recorde de sequência, reorganizado várias vezes ao vivo a partir do feedback direto de builders da comunidade assistindo no chat
  • Mecânica de incentivo por streak: dois dias seguidos de live liberam posts com SEO automático, três dias seguidos liberam cortes automáticos de vídeo, e mais de dois dias sem live zeram a sequência
  • Perfis individuais publicados para os sete primeiros builders da comunidade, com produto, horas construídas e citação de cada um
  • Deploy e publicação do site no ar via Cloudflare (DNS configurado ao vivo), com remoção de credenciais e tokens do projeto antes do push público ("remove qualquer tipo de credencial, token ou coisa nesse sentido")
OverclockClaude (Fable)Kimi K3GrokSidra (ferramenta interna de extração de conteúdo)CloudflareStripe (dado de ARR)DiscordYouTube
pronto pra rodar

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