Dia 49, R$ 174.178,56 de ARR no título, e Laschuk abre a live cravando a meta no relógio: 19 horas e 43 minutos, e repete duas vezes pra não sobrar dúvida — "nosso objetivo hoje é um e único e exclusivo: colocar no ar". Antes de mergulhar em código, uma enquete pra galera: quanto vale o site novo do Overclock, lançado no dia anterior? A votação fecha com "mais de R$ 10 mil" na frente, 16 votos.
O grosso da primeira hora é vitrine e ferramenta. Ele mostra como pegar uma conta grátis de sete dias do Super Grok e plugar mais de uma conta Grok como provider dentro do próprio Overclock — recurso novo, ainda saindo do forno. Expõe a própria stack ao vivo: Fable 5 como maestro orquestrador, GPT 5.6 Ultra pra UX design, Sonnet 5 pra replicar páginas, Grok 4.5 pra back-end, Scout dividido entre Luna e Haiku, revisão sempre com o Fable 5 no modo Ultra Flow com sub-agents. No meio disso, a conta que ele faz questão de repetir: uma assinatura Claude Code 20x rende mais valor por real gasto que duas assinaturas 5x — nunca fragmentar.
À tarde o tom vira educação: ele mostra como usa o PowerAdSpy pra mapear concorrência — não a dele, mas de quem vende curso de vibe coding no digital, brasileiro e internacional, catalogando anúncio, funil e Instagram de operações de tráfego pago que rodam há meses. A ideia vira prompt pronto: gerar um dossiê de mercado formatado pra postar direto no Discord da comunidade. Depois, o assunto muda pra dentro de casa: pra explicar a arquitetura de memória e missão do Overclock — três anéis (missão, projeto, usuário), hooks de sessão, handoff sem sujar input — ele pede uma analogia de restaurante. O maître vira o piloto, o chefe de cozinha quebra o pedido em comandas pros workers, o hook é o caderno de receitas já aberto na página certa, ninguém cozinha sem comanda. No meio disso, fala de segurança: três pessoas testam o Overclock o dia inteiro tentando burlar limite e cobrança, e cada achado vira ajuste — RLS ausente, lembra ele, é a causa mais comum de vazamento que já viu por aí.
A tensão do dia é o próprio lançamento prometido no relógio. Com a versão 1.2 pronta e mais de 62 cartões de correção consolidados num What's New, o build dos instaladores trava: Windows preso em 56%, Linux em 59%, e a investigação ao vivo aponta o motivo — falta cache de Rust no runner do Linux. "17 minutos não faz o mínimo sentido", reclama, cronometrando o CI enquanto cogita compilar num Mac local pra fugir da fila do GitHub.
Sem esperar o build fechar verde, ele decide subir os três instaladores pra um link temporário na AWS S3, válido por seis horas, e manda um a um pra cinco pessoas específicas do chat: Léo, Danilix, Sky, Bad e Triple A. O Bruno, que também pediu, fica de fora dessa leva. Junto vai um protocolo de QA com 34 casos de teste, prompt exato e critério binário — bateu ou não bateu. A live fecha com o ARR subindo ao vivo de R$ 174 mil pra R$ 177 mil, usuários ativos passando de 145 pra perto de 150, e uma enquete pro horário da live de amanhã, sem resposta fechada até o fim.
