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O worker que corta lives sozinho: motion design que ilustra a tela, não a fala

Numa live só, nasceu um agente vertical de 8 etapas que pega o link do canal, corta os melhores momentos, gera motion design ilustrando a tela e posta sozinho no YouTube e no Instagram.

a noite

A live 11 começa com um diagnóstico: analisando as mensagens das dez streams anteriores, ficou claro que a maior dor de quem acompanha o projeto não é construir o agente vertical, é vender ele. Com o e-mail hacker AI batendo R$11.879,51 em vendas mensuradas — puxado por casos concretos como o Gesael (R$2.600 vendidos em um dia usando a própria ferramenta) e o Enzo Neto, administrado pelo Eric, passando de R$7.500 — a pauta do dia vira distribuição: construir um worker que gere conteúdo 24 horas por dia sozinho, sem depender de alguém sentado editando vídeo.

O primeiro hack não é nem de código: é escolher a localização do VPS. Contratada uma Hostinger nova, KVM1, Ubuntu, no Brasil — de propósito, porque o algoritmo entrega conteúdo pro público de onde o servidor está hospedado. Em seguida, decisão de criar um repositório novo e separado (não misturar com o projeto de vídeo antigo) e desenhar um pipeline de oito agentes rodando em sequência: Segmenter (quebra a transcrição da live em blocos por assunto), Analyst (avalia potencial de viralização), Editor (corta silêncio e ar morto), Diretor (define o roteiro visual de cada clipe), Render, Capture (legenda palavra por palavra sincronizada), Scout (hashtags) e Composer/Publisher (posta automaticamente). A ideia: usuário cola o link do canal, aperta play, e o resto é automático.

O ponto de virada da live não foi técnico, foi conceitual. A primeira versão do motion design gerado por remotion só ilustrava o que estava sendo dito — virou legenda bonita. A virada aconteceu quando ficou claro que o certo era o motion design representar o que está acontecendo na tela, não o que está sendo falado: se a pessoa diz "vou criar a cena do funil", a parte de cima deveria mostrar código sendo escrito em tempo real, blocos se conectando, a cena sendo montada — não um infográfico da frase. Junto com isso veio um ajuste fino de enquadramento (crop centralizado no rosto, sem cortar cabeça, sem sobrar canto preto) resolvido literalmente em loop: tira print, analisa, ajusta, tira print de novo, até centralizar 100%.

Enquanto o pipeline rodava, a live também resolveu burocracia real: criar do zero uma conta de Instagram ("e-mail hacker"), converter pra profissional, criar fanpage no Facebook, vincular os dois e gerar token via Meta Business — tudo ao vivo, com direito a susto de senha não aplicada e login perdido no meio do processo. No fim, o worker publicou sozinho um corte real da própria live no YouTube Shorts e no Instagram Reels, com o vídeo de cima gerado inteiramente por IA ilustrando a tela em tempo real. TikTok ficou pendente pro dia seguinte.

A stream fechou em quase cinco horas com o pipeline funcionando ponta a ponta, custo estimado de centavos por clipe, e a promessa de refinar curadoria e roteiro no dia 12 — a lógica já validada, faltando só capricho.

momento-chave

Depois de uma primeira versão do motion design que só virava legenda bonita da fala, veio a virada: fazer a IA ilustrar o que está acontecendo na tela — código sendo escrito, funil sendo montado — e não o que está sendo dito. Esse ajuste, junto com o loop de print-and-check pra centralizar o rosto, foi o que transformou um corte genérico em algo que parecia genuinamente produzido.

lição da noite

O produto pronto não vende sozinho — é preciso construir a máquina de distribuição com a mesma seriedade que se constrói o produto, porque todo esforço de conteúdo só faz sentido se termina levando de volta pro SaaS.

Três horas atrás eu só tinha uma ideia. Agora, depois de três horas, eu tenho uma parada que, se eu apertar aqui em OK, ele começa a fazer as publicações automáticas para mim. É muito absurdo.

dito ao vivo, na própria live
o que saiu da noite

Construído ao vivo

  • VPS nova na Hostinger (Brasil, Ubuntu, KVM1) dedicada só ao worker de distribuição de conteúdo
  • Repositório novo e separado no GitHub para o projeto de corte de vídeo
  • Pipeline de 8 agentes: Segmenter, Analyst, Editor (corte de silêncio), Diretor (roteiro visual), Render, Capture (legenda word-by-word), Scout (hashtags) e Composer/Publisher
  • Motion design gerado com remotion que ilustra o que está acontecendo na tela em vez de legendar a fala
  • Crop automático centralizado no rosto via loop de print-and-check (tira print, analisa, ajusta, repete)
  • Conta nova de Instagram e fanpage no Facebook criadas e vinculadas via Meta Business, com token de API gerado ao vivo
  • Postagem automática funcionando de ponta a ponta no YouTube Shorts e no Instagram Reels a partir de um corte real da própria live
  • Landing page/dashboard interno (dark mode, tipografia fire code) documentando o workflow do worker
Claude Code (agentes Sonnet e Opus)remotionFFmpegWhisper (via API)PM2DockerHostinger VPSGitHubMeta Business/Instagram Graph APICloudflare (túnel/porta local)CrewAI (multiagente)transcrição automática do YouTube com timestamps
pronto pra rodar

Pare de revezar janelas. Comece a entregar em paralelo.

Ver os squadsVer preçosa partir de R$97/mês