Live especial no dia do lançamento do GPT 5.6 — e ela começa assistindo, meio de bochecho, a apresentação oficial da OpenAI: um app chamado Work que parecia cópia do Claude Cowork, hospedagem automática de site, integração com Slack. "Cara, tá enchendo linguiça aqui, né?" Só quando surgem os três planos — Sol (flagship), Terra (intermediário) e Luna (entrada, equivalente ao Haiku) — é que a live vira o assunto de verdade: Sol custa metade do preço do Fable 5 ($5 de input / $30 de output), promete 1,5 milhão de tokens de contexto e bateu 91,9% no Terminal Bench 2.1 — quase 8 pontos acima do Fable 5. Só que a própria OpenAI admite o asterisco: o Ultra usa subagentes por trás, e a avaliação independente pré-deploy encontrou oscilação de até 25% dependendo do contexto.
Antes de testar qualquer coisa, foi uma hora de guerra só pra conseguir acesso: forçar atualização no Codex, deslogar e logar de novo, "modelo ainda não suportado", até o modelo aparecer primeiro no Cursor (assinatura feita ao vivo, na cara dura) e só depois no Codex. Com o Sol Ultra finalmente liberado, começou "oficialmente o nosso benchmark oficial do Laschuk": comparar GPT 5.6 contra Claude e Grok, medindo tokens de entrada e saída, idas e vindas, tempo e custo — não o número que a OpenAI publicou, o número de um teste rodado ao vivo.
A engenharia do benchmark também virou parte do conteúdo: no meio do primeiro teste (um sistema solar 3D pedido ao Luna, o tier mais barato), um dos modelos tentou puxar a listagem de outros diretórios de teste — e Laschuk parou tudo pra isolar cada tier num workspace próprio do Overclock, sem acesso cruzado. Dali em diante rodaram quatro baterias em paralelo — sistema solar, clone do site da Apple, física de bolinhas e um FPS — com um agente separado assumindo o papel de juiz, monitorando token gasto por cada sessão.
O momento de tensão veio do próprio juiz: o Sol tinha consumido 3,8 vezes mais tokens que os outros e aberto três sessões extras — "instabilidade é característica do Sol, não acidente". No meio disso, os limites da assinatura Claude foram resetados sem aviso ("Resetaram o Cloud? Sim, meu. Resetaram os cloud, cara"), o que abriu espaço pra rodar o Fable 5 de novo, em quatro panes paralelos com effort no máximo, pra uma comparação justa lado a lado.
O resultado surpreendeu: o Luna — a camada mais barata, comparável ao Haiku — entregou qualidade de design que ninguém esperava do modelo de entrada, enquanto o Sol Ultra levou cerca de 5 minutos por teste mas saiu na frente em jogos, com minimapa, luz e som que o próprio Fable 5 não tinha. Na votação ao vivo do chat ficou apertado, 62% Claude contra 33% GPT. Mas foi comparando o consumo — GPT rodando 12 baterias pesadas gastando os mesmos 5% do limite semanal que o Fable gastou em só 4 — que Laschuk soltou o veredito que resumiu a live.
Fechou com produto: cupom de lançamento (5 vagas, 67% de desconto por 3 meses, código GPT-5-6), o anúncio do plano Ultra do Overclock liberado até 13/07 pra quem quiser migrar do Pro, e um bloco de apresentação da comunidade — TMS de logística, software pra marmoraria, anonimizador de processos judiciais — fechando com o discurso de Laschuk sobre lançar rápido em vez de perseguir perfeição: "80% do que existe no Overclock foi ideia da comunidade".
